O desrespeito do Governo LHS e do secretário Paulo Bauer com a educação é cada vez mais crescente e, em decorrência deste descaso, muitas denúncias chegam diariamente ao SINTE/SC com relatos de total descaso com as crianças e adolescentes matriculados na rede pública estadual de Educação.
Um exemplo da falta de compromisso de LHS e Bauer com a Educação vem de Taió: uma professora ACT foi demitida no dia 04 de março último da Escola Adele Heidrich porque as turmas de 1ª e 2ª séries foram reunidas e formaram apenas uma turma, com 16 alunos. Como a professora foi a última ser contratada, ela foi demitida.
Segundo a professora, ela foi admitida para uma vaga de 1ª a 4ª série, com 13 alunos; “a quantidade de alunos era a mesma do ano de 2009, portanto, a SDR sabia do número de alunos para abrir a vaga”.
É inadmissível o Governo do Estado obrigar uma professora atender, ao mesmo tempo, duas turmas de alunos com idade e conteúdo pedagógico diferentes. Os profissionais que estejam vivenciando situação semelhante devem oferecer denúncia ao Ministério Público e procurar o Conselho Tutelar para que sejam tomadas providências.
Fonte Sinte
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quinta-feira, 11 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
Professsores vão às ruas em Florianópolis exigir o Piso Nacional do Magistério
Os professores da rede estadual vão paralisar as atividades no dia 16 de março para ir às ruas exigir a implantação do Piso Nacional do Magistério, no valor de R$ 1.312,85 como vencimento básico. Quatro atos macrorregionais foram organizados: em Fpolis, a partir das 13h30 na Praça Tancredo Neves; em Lages, a partir das 14h no calçadão da Praça João Costa; em Chapecó,às 14h na Praça Cel Bertaso; em Blumenau a partir das 14h na Igreja Matriz.
Fonte Sinte
Fonte Sinte
Sinte realiza ato macrorregional em Chapecó pela implantação do Piso Salarial
Ato Macrorregional pela implantação do Piso Salarial Profissional Nacional Dia 16/03/10 – Terça-feira - Horário: 14 horas. Local: Praça Coronel Bertaso Com a participação das Regionais: Chapecó, Concórdia, Joaçaba, São Miguel do Oeste, Xanxerê, Campos Novos, Maravilha, Curitibanos, São Lourenço do Oeste, Palmitos, Videira e Caçador. Participe com a gente! O SINTE somos todos NÓS!
Fonte Sinte
Fonte Sinte
sexta-feira, 5 de março de 2010
SINTE/SC presta homenagem às mulheres pelo dia 8 de março
8 de março: Dia Internacional da Mulher 100 anos de luta!
Bem sabemos que nossa luta pela dignidade, respeito e valorização, em todas as instâncias da vida, não se restringe a apenas uma data.
Todos os dias em que saímos, ou ficamos em casa, assumimos o compromisso conosco, e com todos com quem nos deparamos no dia-a-dia, de fazer o melhor com responsabilidade e zelo: seja na atividade profissional ou no cotidiano doméstico. Nosso comprometimento vem, bem antes das palavras, com o exemplo de cada ato e/ou atitude impregnado de desafios e conquistas.
O dia 8 de março é simbólico; pois encerra um momento de reflexão, confraternização, celebração e nos estimula a, cada vez mais, nos indignarmos com a desigualdade e a injustiça. Nesta data, no ano 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, em Nova Iorque, fizeram uma greve e ocuparam a fábrica para reivindicar melhores condições de trabalho. Foram reprimidas com violência, trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Cerca de 130 tecelãs morreram carbonizadas.
Olhando para trás, lembramos de tantas outras mulheres silenciadas física ou moralmente pelo machismo, pela violência, pela desigualdade no trabalho, na sociedade, na família e nos relacionamentos. A opressão e o preconceito destruíram aquelas que ousaram tomar consciência de seus sentimentos, de seus direitos e de sua força. Companheiras sucumbiram diante da tirania imposta por uma sociedade que insiste em destruir a contribuição da mulher ao invés de buscá-la como aliada.
Hoje, avançamos muito; mas ainda há muito a percorrer. Não podemos esquecer nossos sonhos e nossos compromissos; não o compromisso que sufoca, mas aquele que liberta e que nos faz ter esperança de um mundo verdadeiramente mais justo, mais igualitário com cumplicidade, lealdade e parceria. Só uma mulher para saber o delicado equilíbrio do cotidiano, quando exercemos a função de filhas, mães, avós, colegas, trabalhadoras, companheiras e parceiras (muitas vezes tudo isso junto). Parafraseando o poeta: “cada um (a) sabe a dor e beleza de ser o que é”.
Neste 8 de março, quando o dia internacional da mulher completa 100 anos de luta, vamos juntas traçar ações para alcançarmos nossas bandeiras, especialmente nós do magistério, que representamos 80% dos trabalhadores em Educação:
-pela dignidade profissional;
-pela valorização do nosso trabalho;
-fim da violência contra as mulheres;
-fim do preconceito de raça, nacionalidade e orientação sexual;
-garantia de um trabalho digno;
-garantia de remuneração salarial igual para trabalho igual;
-criação de creches em período integral para nossos filhos;
-ampliação da licença maternidade para seis meses obrigatória para todas as trabalhadoras;
-pela descriminalização do aborto;
-pela distribuição gratuita de métodos contraceptivos.
A todas as mulheres, o SINTE/SC presta sua homenagem.
Fonte Sinte
Bem sabemos que nossa luta pela dignidade, respeito e valorização, em todas as instâncias da vida, não se restringe a apenas uma data.
Todos os dias em que saímos, ou ficamos em casa, assumimos o compromisso conosco, e com todos com quem nos deparamos no dia-a-dia, de fazer o melhor com responsabilidade e zelo: seja na atividade profissional ou no cotidiano doméstico. Nosso comprometimento vem, bem antes das palavras, com o exemplo de cada ato e/ou atitude impregnado de desafios e conquistas.
O dia 8 de março é simbólico; pois encerra um momento de reflexão, confraternização, celebração e nos estimula a, cada vez mais, nos indignarmos com a desigualdade e a injustiça. Nesta data, no ano 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, em Nova Iorque, fizeram uma greve e ocuparam a fábrica para reivindicar melhores condições de trabalho. Foram reprimidas com violência, trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Cerca de 130 tecelãs morreram carbonizadas.
Olhando para trás, lembramos de tantas outras mulheres silenciadas física ou moralmente pelo machismo, pela violência, pela desigualdade no trabalho, na sociedade, na família e nos relacionamentos. A opressão e o preconceito destruíram aquelas que ousaram tomar consciência de seus sentimentos, de seus direitos e de sua força. Companheiras sucumbiram diante da tirania imposta por uma sociedade que insiste em destruir a contribuição da mulher ao invés de buscá-la como aliada.
Hoje, avançamos muito; mas ainda há muito a percorrer. Não podemos esquecer nossos sonhos e nossos compromissos; não o compromisso que sufoca, mas aquele que liberta e que nos faz ter esperança de um mundo verdadeiramente mais justo, mais igualitário com cumplicidade, lealdade e parceria. Só uma mulher para saber o delicado equilíbrio do cotidiano, quando exercemos a função de filhas, mães, avós, colegas, trabalhadoras, companheiras e parceiras (muitas vezes tudo isso junto). Parafraseando o poeta: “cada um (a) sabe a dor e beleza de ser o que é”.
Neste 8 de março, quando o dia internacional da mulher completa 100 anos de luta, vamos juntas traçar ações para alcançarmos nossas bandeiras, especialmente nós do magistério, que representamos 80% dos trabalhadores em Educação:
-pela dignidade profissional;
-pela valorização do nosso trabalho;
-fim da violência contra as mulheres;
-fim do preconceito de raça, nacionalidade e orientação sexual;
-garantia de um trabalho digno;
-garantia de remuneração salarial igual para trabalho igual;
-criação de creches em período integral para nossos filhos;
-ampliação da licença maternidade para seis meses obrigatória para todas as trabalhadoras;
-pela descriminalização do aborto;
-pela distribuição gratuita de métodos contraceptivos.
A todas as mulheres, o SINTE/SC presta sua homenagem.
Fonte Sinte
segunda-feira, 1 de março de 2010
SINTE/Chapecó denuncia desperdício de alimentos nas escolas da rede estadual
Com a terceirização da alimentação escolar na rede pública estadual de Chapecó, a coordenação regional do SINTE passou a fiscalizar o setor. Além da falta de qualidade dos alimentos, foi observado o desperdício dos alimentos.
Conforme denúncias que tem chegado ao SINTE de Chapecó, a comunidade escolar está indignada com a alimentação oferecida aos alunos. “O que era para ser alimentação escolar está sendo merenda escolar e de péssima qualidade; não se pode dizer que pão, banana e café com leite em pó componham alimentação balanceada e com aprovação nutricional”, denuncia Alvete Bedin, coordenadora regional do Sinte/Chapecó.
Ela acrescenta que o Sindicato tem recebido denúncias de todas as escolas sobre a rejeição dos alunos à alimentação escolar.“Lamentavelmente, a terceirização trouxe prejuízos enormes, não só para a agricultura familiar da região, que não atua mais junto às nossas escolas; mas, principalmente, à saúde dos nossos alunos”, alerta.
O SINTE Regional manterá a fiscalização sobre a qualidade dos alimentos da merenda escolar, e também documentando através de fotos para comprovar denúncia que deve ser oferecida ao Ministério Público. “Não podemos permitir o desperdício de alimentos, que, rejeitados pelos alunos, são jogados no lixo, conforme registrado na Escola de Educação Básica Lara Ribas”.
Fonte
Conforme denúncias que tem chegado ao SINTE de Chapecó, a comunidade escolar está indignada com a alimentação oferecida aos alunos. “O que era para ser alimentação escolar está sendo merenda escolar e de péssima qualidade; não se pode dizer que pão, banana e café com leite em pó componham alimentação balanceada e com aprovação nutricional”, denuncia Alvete Bedin, coordenadora regional do Sinte/Chapecó.
Ela acrescenta que o Sindicato tem recebido denúncias de todas as escolas sobre a rejeição dos alunos à alimentação escolar.“Lamentavelmente, a terceirização trouxe prejuízos enormes, não só para a agricultura familiar da região, que não atua mais junto às nossas escolas; mas, principalmente, à saúde dos nossos alunos”, alerta.
O SINTE Regional manterá a fiscalização sobre a qualidade dos alimentos da merenda escolar, e também documentando através de fotos para comprovar denúncia que deve ser oferecida ao Ministério Público. “Não podemos permitir o desperdício de alimentos, que, rejeitados pelos alunos, são jogados no lixo, conforme registrado na Escola de Educação Básica Lara Ribas”.
Fonte
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Projeto na Alesc pretende municipalizar ensino fundamental
Os diretores do SINTE/SC, Joaninha de Oliveira, Antonio Valmor de Campos, Carmen de Souto e Carlos Figueiredo, estiveram na Alesc na tarde do dia 22 de fevereiro para saber dos deputados sobre o projeto do executivo estadual (014) que pretende municipalizar o ensino fundamental da rede de Educação do Estado.Foram feitos contatos com os deputados Pedro Uczai/PT (presidente da Comissão de Educação, Cultura e Desporto), Amaury Soares/PDT e Elizeu Mattos/PMDB (líder do Governo na Alesc).
A informação foi de que o projeto 014 está "parado" na Comissão de Finanças e Tributação desde dezembro passado, quando uma audiência pública rejeitou quase que unanimente a proposta do governo do Estado de repassar aos municípios sua responsabilidade com o ensino fundamental.
Segundo um dos deputados, desde então, não se falou mais sobre a municipalização do ensino fundamental; outro informou que parte dos dos parlamentares da base governista querem retomar a discussão sobre o projeto. O líder do Governo foi enfático e garantiu que, por ele, "essa questão está encerrada e, enquanto líderança na Casa, o projeto 014 não segue adiante".
Contudo, a categoria deve permanecer alerta e acompanhar a discussão. No ano passado, na audiência pública para discutir a municipalização, apenas o secretário Paulo Bauer defendeu o projeto. Como resultado da grande mobilização dos trabalhadores no magistério, deputados, secretários municipais de Educação, prefeitos, vereadores e trabalhadores em Educação rejeitaram a proposta, ressaltando os impactos negativos para os municípios, professores e alunos. A reivindicação dos trabalhadores é de que o Governo PMDB/PSDB retire o projeto 014 da Alesc.
A luta pela derrubada do PL 014 continua firme dentro do magistério estadual; devemos ficar atentos às estratégias do Governo LHS e evitar que ele siga outros governadores estaduais, que implantaram a municipalização do ensino fundamental em seus estados e causaram transtornos no cotidiano das escolas. Vamos manter nossa mobilização e impedir que o Governo LHS sucateie ainda mais o ensino público, gratuito e de qualidade.
Fonte
A informação foi de que o projeto 014 está "parado" na Comissão de Finanças e Tributação desde dezembro passado, quando uma audiência pública rejeitou quase que unanimente a proposta do governo do Estado de repassar aos municípios sua responsabilidade com o ensino fundamental.
Segundo um dos deputados, desde então, não se falou mais sobre a municipalização do ensino fundamental; outro informou que parte dos dos parlamentares da base governista querem retomar a discussão sobre o projeto. O líder do Governo foi enfático e garantiu que, por ele, "essa questão está encerrada e, enquanto líderança na Casa, o projeto 014 não segue adiante".
Contudo, a categoria deve permanecer alerta e acompanhar a discussão. No ano passado, na audiência pública para discutir a municipalização, apenas o secretário Paulo Bauer defendeu o projeto. Como resultado da grande mobilização dos trabalhadores no magistério, deputados, secretários municipais de Educação, prefeitos, vereadores e trabalhadores em Educação rejeitaram a proposta, ressaltando os impactos negativos para os municípios, professores e alunos. A reivindicação dos trabalhadores é de que o Governo PMDB/PSDB retire o projeto 014 da Alesc.
A luta pela derrubada do PL 014 continua firme dentro do magistério estadual; devemos ficar atentos às estratégias do Governo LHS e evitar que ele siga outros governadores estaduais, que implantaram a municipalização do ensino fundamental em seus estados e causaram transtornos no cotidiano das escolas. Vamos manter nossa mobilização e impedir que o Governo LHS sucateie ainda mais o ensino público, gratuito e de qualidade.
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Magistério realiza paralisação nacional dia 16 de março
Conforme deliberação da reunião do Conselho, o SINTE/SC estará engajado nas manifestações do dia 16 DE MARÇO, marcado como o Dia Nacional de Paralisação do Magistério. Neste dia, os trabalhadores em Educação estarão nas ruas protestando contra o desrespeito do Governo Luis Henrique da Silveira à lei 11.738, que estabelece o piso nacional como vencimento básico no valor de R$ 1.312,85.
Em Santa Catarina, estão sendo organizados atos macrorregionais unificados em favor da implantação do Piso, na defesa da ética na política catarinense exigindo o afastamento e punição pela justiça do vice-governador Leonel Pavan (PSDB),melhores condições de saúde e segurança ao trabalhador catarinense, e na defesa da gestão democrática.
Participe! Faça a sua parte, se compromete com o ensino público, gratuito e de qualidade e com a defesa da valorização do trabalhador em Educação. Procure sua regional para se informar quais as atividades programadas para o dia 16 de março.
Fonte
Em Santa Catarina, estão sendo organizados atos macrorregionais unificados em favor da implantação do Piso, na defesa da ética na política catarinense exigindo o afastamento e punição pela justiça do vice-governador Leonel Pavan (PSDB),melhores condições de saúde e segurança ao trabalhador catarinense, e na defesa da gestão democrática.
Participe! Faça a sua parte, se compromete com o ensino público, gratuito e de qualidade e com a defesa da valorização do trabalhador em Educação. Procure sua regional para se informar quais as atividades programadas para o dia 16 de março.
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